RV: OVNI flutuando no Arizona era apenas um balão meteorológico, dizem investigadores da NASA

26 de noviembre de 2009 a las 21:56:00

 

 

Fuente: "Zulo del Misterio" via R3Team in Google Reader
Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:04
Autor: Rodrigues
Asunto: OVNI flutuando no Arizona era apenas um balão meteorológico, dizem investigadores da NASA

 

O balão meteorológico da NASA

Cidadãos interessados telefonaram para a FAA (Federal Aviation Administration), o orgão responsável pelo controle aéreo dos E.U.A. relatando um objeto voador não identificado flutuando no deserto do Arizona, a NASA confirmou que era apenas um balão de pesquisa conduzindo um estudo.

O balão de investigação da NASA (National Aeronautics and Space Administration), pesando quase duas toneladas, é uma ferramenta utilizada para ajudar a medir emissões de raios gama, e normalmente flutua a altitude de 40 quilômetros.

 

Como flutua em uma altitude elevada e pode ser visto a 300 quilômetros de distância num dia claro, as pessoas de Phoenix e Albuquerque relataram a visão do balão.

“É algo incomum,” disse Bill Stepp, da Columbia Scientific Balloon Facility sobre o balão meteorológico da NASA. “As pessoas simplesmente não sabem o que é.”

Tanto os militares e as instituições de pesquisa normalmente informam os cidadãos dos futuros lançamentos de pesquisa, especialmente devido a um baixo risco de causar pânico. Existem numerosos “avistamentos” a cada ano pelos cidadãos que vêem balões meteorológicos e aviões militares em formação treinando por todo os Estados Unidos.

Por exemplo, a Força Aérea agendou o lançamento na costa leste na noite passada de um foguete Minotaur 1. Os meios de comunicação locais informaram os cidadãos do lançamento agendado para reduzir o pânico quando as pessoas olhassem para o céu e vissem uma luz brilhante voando baixo no horizonte.

Residentes próximos da Base Aérea de Beale, na cidade de Yuba, as vezes se assustam quando a Força Aérea rotineiramente lança voos de reconhecimento sobre a area dos aviões U-2.

Fonte: Daily Tech


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RV: Descoberta inscrição hebraica de 3 mil anos em Jerusalém

a las 21:56:00

 

 

Fuente: "Zulo del Misterio" via R3Team in Google Reader
Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:09
Autor: Rodrigues
Asunto: Descoberta inscrição hebraica de 3 mil anos em Jerusalém

 

A asa de vasilhame, com a inscrição “para Menachem” em hebraico antigo. Imagem: AP

Asa de jarro antigo traz inscrito o nome masculino ‘Menachem’, que ainda hoje é comum entre os judeus.

Arqueólogos em escavação no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, descobriram uma asa de jarro de quase 3.000 anos que traz uma antiga inscrição hebraica, um achado significantemente mais antigo que a maioria dos artefatos descobertos na cidade antiga, disse um arqueólogo.

A asa, da Idade do Ferro, está inscrita com o nome hebreu Menachem, que foi o nome de um rei israelita e ainda hoje é comum entre judeus.

A inscrição inclui ainda uma letra parcialmente intacta, o caractere hebraico lamed, que significa “para”. Isso sugere que a jarra foi um presente para alguém chamado Menachem, disse Ron Beeri, que dirige a escavação para a Autoridade de Antiguidades de Israel. Não há indício de que a inscrição se refira ao rei.

Esse mesmo nome e versões variantes já foi encontrado em cerâmica egípcia de até 3.500 anos atrás, e a Bíblia menciona Menachem Ben Gadi como um antigo rei de Israel. Mas esta é a primeira vez que um artefato com o nome é descoberto em Jerusalém, disse Beeri.

“É importante porque mostra que eles realmente usavam o nome Menachem durante o período”, disse Beeri. “Não é só da Bíblia, é do registro arqueológico”.

Com base no estilo da inscrição, ele datou a asa de cerca de 900 a.C., no período do primeiro templo de Jerusalém.

O vasilhame a que a asa pertencia não foi resgatado, então é impossível dizer para que era usado, disse Beeri. Vasilhames semelhantes podiam conter produtos como óleo ou trigo.

Fonte: Estadão


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RV: Abdução Cerebral

a las 21:56:00

 

 

Fuente: "Zulo del Misterio" via R3Team in Google Reader
Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:27
Autor: Rodrigues
Asunto: Abdução Cerebral

 

Na entrevista do Programa do Jô ocorrida em 24/11/2009, onde o entrevistado era o publicitário Washington Olivetto, mais uma vez o entrevistador situa o fenômeno OVNI abaixo dos níveis mínimos do ridículo. Disse ele:

“Olha que eu já vi livros ridículos aqui falando de discos-voadores, sobre seres de outro planeta, sobre chupa-cabra…”.

Sem sombra de dúvida, a citação de Jô Soares é resultado de um amplo desconhecimento nos diversos campos de pesquisa nos quais o fenômeno OVNI está inserido. Mas sabemos também que, no caso de Jô Soares, a influência religiosa é determinante em seu distanciamento de determinados tipos de informações. Aliás, periodicamente ele adora taxar os cientistas de desocupados. Por aí podemos ter uma idéia.

Por outro lado, a opinião de Jô Soares sobre o fenômeno OVNI não passa nem perto de ser um padrão isolado. Os valores humanos, assim como a forma com que lidamos com a realidade, estão tão absurdamente invertidos que passamos a interpretar o absurdo como natural e o possível como impossível. Mas esta é uma outra discussão.

Falando especificamente sobre o fenômeno OVNI, Jô Soares, assim como as milhares ou milhões de pessoas que partilham da mesma atitude frente ao assunto, não vê a coisa dessa forma apenas devido aos seus paradigmas religiosos. Os principais causadores e formadores desse tipo de opinião são os próprios envolvidos com o fenômeno OVNI, desde os curiosos até os que se dizem especialistas no assunto.

O fenômeno OVNI continua sendo uma realidade. Investigar, apurar, pesquisar, tentar descobrir a origem de tais fenômenos sempre foi e continua sendo um trabalho árduo, que exige tempo, paciência, empenho, disciplina, seriedade, imparcialidade e impessoalidade. Mas, infelizmente, esses são substantivos que parecem ter sido abduzidos daqueles que dizem partícipes da chamada ufologia. E por isso é que opiniões e atitudes como a de Jô Soares frente ao fenômeno OVNI acabam sendo reforçadas.

Na chamada ufologia, brasileira e mundial, com as devidas exceções, tanto dos curiosos quanto dos que se dizem “ufólogos”, temos uma assustadora ausência de pensamento crítico, o que compromete demais a correta interpretação da realidade OVNI. Encontram-se com facilidade:

“Especialistas” cujo único instrumento de trabalho é a internet;

”Contatados” que entendem a si mesmos como seres especiais, com missões espaciais, espirituais e divinas, que contribuem muito com a desinformação ao escreverem mensagens atribuídas a extraterrestres, cujos conteúdos chegam a ser infantis;

“Curiosos” que alegam fatos como sendo de origem extraterrestres sem nenhum tipo de pesquisa séria e que divulgam imagens e “fotos” de supostas naves extraterrestres no espaço, discos-voadores em nossos espaços aéreos e até mesmo de extraterrestres em pessoa, chegando ao ponto de atribuírem a origem de tais imagens à própria NASA;

Tudo isso, aliado a outros elementos, contribuem e muito com a desinformação e o descrédito do fenômeno OVNI. O que é lamentável tendo em vista a importância, ainda desconhecida e subestimada, de tal fenômeno.

Tanto leigos quanto os que se dizem entendidos do assunto, repletos das melhores intenções, mas desprovidos de informações precisas e de senso crítico, divulgam quaisquer coisas – as geralmente são descartadas com informações muito simples – como pertencendo à realidade do fenômeno OVNI e, com isso, distanciam cada vez mais o fenômeno de um interesse maior de mentes mais sérias e comprometidas com a verdade. E é aí que está um dos maiores problemas: o que faz com que tanto leigos quanto os chamados “especialistas” façam tanta besteira nesse campo é que eles se consideram mais importantes do que a verdade dos fatos. Um problema humano presente em quase todos nossos campos de pesquisas.

Enquanto predominar apenas boas intenções com a ausência de senso crítico, pessoas como Jô Soares terão cada vez mais razão na forma como classificam o fenômeno OVNI. Eu mesmo já fui assim, bem intencionado mas sem o senso crítico necessário. Já tive minha parcela de culpa no descrédito do fenômeno OVNI. E espero poder falar melhor disso nos próximos posts.

FONTE Roni Adame.


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RV: Sondas podem ter destruído sinais de vida em Marte

a las 21:56:00

 

 

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Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:31
Autor: Rodrigues
Asunto: Sondas podem ter destruído sinais de vida em Marte

 

Ilustração mostra sonda Phoenix, que pode ter destruído evidências de vida em Marte

Exatamente um ano depois do pouso da sonda Phoenix em Marte, pesquisadores dizem que máquinas que desembarcaram no planeta vermelho procurando sinais de vida podem, na verdade, ter destruído evidências de que havia compostos orgânicos no planeta –considerados essenciais para a existência de vida.

Um artigo publicado na revista NewScientist afirma que a forma como a busca estava sendo feita pode ter “tostado” evidências de que havia seres vivos no planeta.

No ano passado, a Phoenix encontrou um elemento químico chamado perclorato em solo marciano.

A substância é inofensiva quando está em temperatura baixa, mas quando aquecida libera muito oxigênio, o que tende a queimar materiais combustíveis. A sonda também permitiu a descoberta de água no planeta.

Segundo o artigo, tanto a Phoenix quanto a Viking, que pousou em Marte em 1976, procuravam moléculas orgânicas aquecendo amostras de solo em altas temperaturas para evaporá-las e analisá-las sob a forma de gás.

Uma equipe da Nasa, a agência espacial americana, tentou reproduzir na Terra o aquecimento de compostos orgânicos junto com o perclorato.

O resultado é que os compostos entraram em combustão e não sobrou nenhum traço orgânico.

O estudo foi apresentado na 40ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária, em março, nos Estados Unidos.

Fonte: Folha Online


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RV: Marte - Fotos Comprovam Vida Inteligente

a las 21:56:00

 

 

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Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:20
Autor: Rodrigues
Asunto: Marte - Fotos Comprovam Vida Inteligente

 

As famosas pirâmides gigantescas de Cydonia

Gigantesca torre em Marte

Complexa formação de gigantescos paredões

Centenas de formações geométricas perfeitas.
Seriam casas ou templos?

Objeto movendo-se dentro de um túnel a altíssima velocidade

Estranho objeto movendo-se em duplo túnel

Gigantesco Ufo fotografado nos céus de Marte pela Sonda Spirit

Gigantescas torres de pedra semelhantes a Stonehenge

Monólito gigantesco fotografado pela sonda Phobos 2

Objeto ovalado de grandes proporções no Vale Marineris

Ufo fotografado pela Sonda Phobos, com 30 km
de comprimento e 1,5 km de largura

Ufo de 25 km de comprimento sobre Fobos,
uma das duas luas de Marte

Estruturas artificiais na região de Hydroate Chaos,lembrando conjunto de casas

Dezenas de objetos metálico no pólo norte marciano

Região marciana de Cydonia, onde se encontram a cabeça da Esfinge e as gigantescas pirâmides

Fonte: gnosisonline.org


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RV: Cientistas mostram que origem espontânea da vida na Terra é viável

a las 21:56:00

 

 

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Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 21:14
Autor: Rodrigues
Asunto: Cientistas mostram que origem espontânea da vida na Terra é viável

 

Estrutura do RNA

Experiências químicas mostram como poderiam surgir moléculas de RNA. Elas agiriam como ‘faz-tudo’ que impulsionaria as primeiras formas de vida.

A origem da vida é um fenômeno que intriga os cientistas há séculos. Mas os mistérios estão lentamente se dissipando, e um trabalho recém-divulgado mostra como deve ter ocorrido um dos passos mais importantes na caminhada para que uma química simples pudesse dar origem a formas de vida capazes de se replicar.

A chave de tudo é uma molécula que hoje é um primo pobre do famoso DNA, mas pode ter sido a precursora das primeiras coisas vivas na Terra: o RNA.

Mais delicada que o DNA, é uma molécula que se degrada mais facilmente. Em compensação, ela pode fazer o papel duplo de guardar informação genética (função primordial do DNA) e “atuar” no metabolismo (função primordial das proteínas). Por isso, ela era tida como uma excelente candidata à primeira molécula da vida.

A alternativa a ela seria pensar no surgimento de uma criatura primordial que, de cara, usasse DNA e proteínas, evocaria o paradoxo do ovo e da galinha — como DNA codifica proteínas, e proteínas ajudam na replicação do DNA, os dois se reunirem juntos, gerados individualmente, num mesmo momento era um evento altamente improvável. Se dependesse disso, a vida provavelmente jamais teria surgido.

Entra em cena o RNA, que, ainda que mal e porcamente, consegue fazer tudo ao mesmo tempo. Mas ainda havia um mistério a ser resolvido: como diabos RNA surge de moléculas mais simples?

Foi esse o grande avanço realizado pelo grupo de John Sutherland, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, e publicado na edição desta semana da revista científica “Nature”. Eles conseguiram demonstrar um “caminho” para a síntese de RNA a partir de compostos que estavam presentes na Terra primitiva, 4 bilhões de anos atrás.

O segredo foi repensar a forma como o RNA poderia surgir. Normalmente, a formação dessa molécula era vista como a junção de três pedaços distintos, que teriam de surgir separadamente. Mas, como não houve meio de fazer isso acontecer em laboratório, a coisa não parecia avançar.

Sutherland e seus colegas fizeram diferente: imaginaram uma molécula precursora, mais simples, que já produzisse pelo menos dois dos três pedaços juntos. E aí o negócio deu certo. Claro, não sem um grande esforço de síntese de substâncias em laboratório.

A boa notícia é que mais uma peça do quebra-cabeça parece se encaixar nesse enigma do surgimento da vida a partir de moléculas inanimadas. A má é que ainda falta um bocado a entender.

“Mas é justamente porque esse trabalho abre tantas novas direções para pesquisa que ele ficará marcado por anos como um dos grandes avanços na química precursora da vida”, disse Jack W. Szostak, do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, num comentário sobre o estudo publicado na mesma edição da “Nature”.

Fonte: G1


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RV: Abdução Cerebral

a las 19:55:00

 

 

Fuente: "Zulo del Misterio" via R3Team in Google Reader
Expuesto el: jueves, 26 noviembre, 2009 19:29
Autor: Roni Adame
Asunto: Abdução Cerebral

 

Na entrevista do Programa do Jô ocorrida em 24/11/2009, onde o entrevistado era o publicitário Washington Olivetto, mais uma vez o entrevistador situa o fenômeno OVNI abaixo dos níveis mínimos do ridículo. Disse ele:

“Olha que eu já vi livros ridículos aqui falando de discos-voadores, sobre seres de outro planeta, sobre chupa-cabra…”.

Sem sombra de dúvida, a citação de Jô Soares é resultado de um amplo desconhecimento nos diversos campos de pesquisa nos quais o fenômeno OVNI está inserido. Mas sabemos também que, no caso de Jô Soares, a influência religiosa é determinante em seu distanciamento de determinados tipos de informações. Aliás, periodicamente ele adora taxar os cientistas de desocupados. Por aí podemos ter uma idéia.

Por outro lado, a opinião de Jô Soares sobre o fenômeno OVNI não passa nem perto de ser um padrão isolado. Os valores humanos, assim como a forma com que lidamos com a realidade, estão tão absurdamente invertidos que passamos a interpretar o absurdo como natural e o possível como impossível. Mas esta é uma outra discussão.

Falando especificamente sobre o fenômeno OVNI, Jô Soares, assim como as milhares ou milhões de pessoas que partilham da mesma atitude frente ao assunto, não vê a coisa dessa forma apenas devido aos seus paradigmas religiosos. Os principais causadores e formadores desse tipo de opinião são os próprios envolvidos com o fenômeno OVNI, desde os curiosos até os que se dizem especialistas no assunto.

O fenômeno OVNI continua sendo uma realidade. Investigar, apurar, pesquisar, tentar descobrir a origem de tais fenômenos sempre foi e continua sendo um trabalho árduo, que exige tempo, paciência, empenho, disciplina, seriedade, imparcialidade e impessoalidade. Mas, infelizmente, esses são substantivos que parecem ter sido abduzidos daqueles que dizem partícipes da chamada ufologia. E por isso é que opiniões e atitudes como a de Jô Soares frente ao fenômeno OVNI acabam sendo reforçadas.

Na chamada ufologia, brasileira e mundial, com as devidas exceções, tanto dos curiosos quanto dos que se dizem “ufólogos”, temos uma assustadora ausência de pensamento crítico, o que compromete demais a correta interpretação da realidade OVNI. Encontram-se com facilidade:

“Especialistas” cujo único instrumento de trabalho é a internet;

”Contatados” que entendem a si mesmos como seres especiais, com missões espaciais, espirituais e divinas, que contribuem muito com a desinformação ao escreverem mensagens atribuídas a extraterrestres, cujos conteúdos chegam a ser infantis;

“Curiosos” que alegam fatos como sendo de origem extraterrestres sem nenhum tipo de pesquisa séria e que divulgam imagens e “fotos” de supostas naves extraterrestres no espaço, discos-voadores em nossos espaços aéreos e até mesmo de extraterrestres em pessoa, chegando ao ponto de atribuírem a origem de tais imagens à própria NASA;

Tudo isso, aliado a outros elementos, contribuem e muito com a desinformação e o descrédito do fenômeno OVNI. O que é lamentável tendo em vista a importância, ainda desconhecida e subestimada, de tal fenômeno.

Tanto leigos quanto os que se dizem entendidos do assunto, repletos das melhores intenções, mas desprovidos de informações precisas e de senso crítico, divulgam quaisquer coisas – as geralmente são descartadas com informações muito simples – como pertencendo à realidade do fenômeno OVNI e, com isso, distanciam cada vez mais o fenômeno de um interesse maior de mentes mais sérias e comprometidas com a verdade. E é aí que está um dos maiores problemas: o que faz com que tanto leigos quanto os chamados “especialistas” façam tanta besteira nesse campo é que eles se consideram mais importantes do que a verdade dos fatos. Um problema humano presente em quase todos nossos campos de pesquisas.

Enquanto predominar apenas boas intenções com a ausência de senso crítico, pessoas como Jô Soares terão cada vez mais razão na forma como classificam o fenômeno OVNI. Eu mesmo já fui assim, bem intencionado mas sem o senso crítico necessário. Já tive minha parcela de culpa no descrédito do fenômeno OVNI. E espero poder falar melhor disso nos próximos posts.

Roni Adame


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